Pílula antiviral da Pfizer contra a COVID-19
A farmacêutica Pfizer informou na sexta-feira, 05 de novembro, que seu medicamento oral contra a COVID-19 reduziu o risco de hospitalização em 89% para pacientes em estado grave.
A pílula, ainda conhecida pelo nome experimental PF-07321332, foi projetada para impedir que o vírus se multiplique. A única reação adversa, comunicada pela empresa, foi que administrá-la junto com Ritonavir retarda sua degradação no corpo.
A Pfizer disse que planeja enviar resultados de testes provisórios para sua pílula, que é administrada em combinação com um antiviral mais antigo chamado Ritonavir, à Food and Drug Administration dos Estados Unidos como parte do pedido de uso de emergência que abriu em outubro. Nenhuma morte foi relatada entre as pessoas que tomaram o medicamento.
O tratamento combinado, que terá o nome comercial de Paxlovid, consiste em três comprimidos administrados duas vezes ao dia, por três dias.
Se os resultados dos estudos forem comprovados, o medicamento da Pfizer disponibilizará de maior eficácia do que o medicamento Molnupiravir da Merck, que também está em fase de aprovação nos Estados Unidos.
Fonte: CNN Saúde
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