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Representação de 36,6% para medicamentos genéricos

Fonte: Pixabay
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Levantamento produzido pela Associação Brasileira das Indústrias de Medicamentos Genéricos (PróGenéricos) revela que o market share do segmento segue evoluindo com consistência. A participação nas vendas totais do setor atingiram a marca inédita de 36,6% das vendas em unidades no primeiro semestre. 

Mesmo em um cenário de crescimento apertado das vendas da indústria nos últimos meses, a participação dos genéricos no mercado total de medicamentos apresentou um salto de três pontos percentuais quando observamos a fatia do segmento no mesmo período de 2019, que era de 33,6%.

Ao observarmos a participação do segmento em mercados específicos como os de medicamentos de uso crônico, os números são ainda mais surpreendentes. Os genéricos detêm 74% de participação nas vendas de medicamentos para hipertensão, 80,7% entre os produtos para colesterol e 27,6% entre os medicamentos para o controle da diabetes.

Crescimento nas vendas de genéricos
As vendas de medicamentos genéricos cresceram 3,67% nos primeiros seis meses de 2023, em relação ao desempenho apresentado no mesmo período do ano passado. Entre janeiro e junho de 2023 foram comercializadas 979,4 milhões de unidades, frente aos 944,7 milhões no mesmo período do ano anterior.

As vendas de genéricos da indústria para o varejo movimentaram R$ 8,8 bilhões no primeiro semestre deste ano, o que representa um desempenho 16,5% superior ao verificado no mesmo período de 2022, quando registraram 7,5 bilhões de reais.

Ao comparar o desempenho em relação ao mercado total no período, verifica-se que a categoria  cresceu 3,7% e o restante da indústria apresentou retração de 0,65% em unidades comercializadas.

Paciente busca economia
A economia gerada aos pacientes que optaram pela compra de produtos da categoria, por sua vez, cravou a marca de 19,6 bilhões de reais entre janeiro a junho deste ano, uma evolução de 14,15% em relação à ao primeiro semestre do ano passado, que foi de 17.2 bilhões.

Para a PróGenéricos, o setor deve fechar o ano com crescimento de 7% a 8% em unidades comercializadas em relação ao resultado de 2022.

 

Fonte: Panorama Farmaceutico

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