Indústrias farmacêuticas diminuem sua presença na Rússia
A invasão da Ucrânia, pela Rússia, fez com que diversas empresas diminuíssem sua participação no país, dentre elas também há indústrias farmacêuticas, como a Eli Lily, Novartis e Abbvie.
A Eli Lilly suspendeu a exportação de “medicamentos não essenciais” para a Rússia, deixando suas operações locais no país agora focadas apenas em câncer e diabetes, disse a farmacêutica de Indianápolis em comunicado na terça-feira.
A Lilly também doará quaisquer lucros da Rússia para organizações dedicadas à ajuda humanitária, disse a empresa, juntando-se à Pfizer nessa iniciativa. Também cortou todos os investimentos, atividades promocionais e novos ensaios clínicos na Rússia.
Ao contrário de outros setores de negócios, suspender todas as operações ou sair completamente do país russo não é uma opção viável para as empresas farmacêuticas do ponto de vista humanitário.
No início desta semana, a Pfizer e a Bayer fizeram movimentos semelhantes: ambas as empresas estão interrompendo os investimentos na Rússia e limitando suas ofertas no país a medicamentos essenciais.
A Pfizer também disse que redirecionará quaisquer lucros da Rússia para apoiar os esforços humanitários na Ucrânia.
Adotando uma abordagem semelhante, a AbbVie disse que pausou temporariamente as operações de seus produtos estéticos na Rússia. Também parou de lançar novos ensaios clínicos e a triagem e inscrição em estudos existentes na Ucrânia e na Rússia.
A farmacêutica americana Merck & Co. disse que vai parar de fazer mais investimentos na Rússia.
A Novartis disse que o grupo e sua unidade de genéricos Sandoz decidiram suspender qualquer investimento na Rússia, bem como atividades de marketing comercial.
Fonte: Fiercepharma
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