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95% das doenças raras não possuem medicamento existente

As doenças raras por exigirem alta complexidade para desenvolvimento farmacológico necessitam de mais investimento, refletindo em um fármaco mais caro
 As doenças raras por exigirem alta complexidade para desenvolvimento farmacológico necessitam de mais investimento, refletindo em um fármaco mais caro

As doenças raras apresentam um mercado bem complexo para indústria farmacêutica, visto que para 95% dessas patologias ainda não há medicamentos que alterem a condição pré-existente, somente tratamento paliativos.

 No Brasil, segundo dados do Ministério da Saúde, cerca de 13 milhões de brasileiros são portadores de algum tipo de doença rara.

 De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), doenças raras são caracterizadas por uma ampla diversidade de sinais e sintomas, que variam de acordo com cada enfermidade, como também de pessoa para pessoa afetada pela mesma condição. Há cerca de 7 mil doenças raras descritas no mundo, sendo 80% de origem genética e 20% de causas infecciosas, virais ou degenerativas.

Existem doenças neurológicas e neuromusculares raras, doenças metabólicas, distúrbios cromossômicos, distúrbios ósseos e esqueléticos e doenças raras que afetam o coração, sangue, pulmões, rins e outros órgãos e sistemas. As principais causas são genéticas, degenerativas, autoimune e infecciosas.

O mercado de medicamentos nos próximos anos deve focar nessas doenças específicas para ganhar um segmento ainda não coletado por nenhuma indústria farmacêutica.

Fonte: Panorama Farmacêutico
Fonte da imagem: Pixabay